terça-feira, 31 de outubro de 2017

A PREGUIÇA (2)

Quantas vezes não dizemos: “Hoje gostaria de ficar em casa!”.

É aquela questão da liberdade, livre arbítrio. Até podemos praticar esta pequena transgressão, quando transgressão, em pouquíssimas ocasiões. Como foi dito, temos o livre arbítrio. Não podemos esquecer de que a moeda tem dois lados: sempre!

Aquela preguiça que fica parelha com a negligência é perigosa.

A primeira lei de Newton: Lei da Inércia se aplica neste nosso assunto com propriedade: “Por inércia, um corpo em repouso tende a continuar em repouso”. Continuar em repouso tem nome: preguiça. Daí fica a dúvida se a palavra procrastinação que tem como sinônimos: adiar, delongar, postergar, e por aí vai, se aplica aqui. Sei não!

A psicologia, cuja finalidade é estudar o comportamento humano com seus relacionamentos mentais: pensamentos, sentimentos, razões e atitudes, não vão explicar ao guri deitado em um sofá, com um saco de batatas fritas e um game conectado que ele está na condição do preguiçoso.

-Vai?

- Nunca!

Participando ativamente dos sete pecados capitais a preguiça é bem pontuada neste rank.

- Olha a pontuação subindo aí gente!!!

Uma pequena violação não trará consequências mais sérias.

- É verdade!

A repetição será danosa. Cabendo neste momento a pergunta:

- É preguiça ou o quê?

A preguiça quando faltando ao trabalho é pura omissão. Pior, é a mais flagrante irresponsabilidade. A diferença pode ser fatal: seu trabalho estará em jogo. A preguiça será no mínimo equivocada dependendo do contexto em que ocorrer esta situação.

Existe a preguiça permitida, como um pequeno capricho, que é bem vinda desde que não se insira em um movimento contínuo.

Falando com exclusividade da preguiça relacionada ao nosso trabalho, não podemos nos esquecer da interdependência que poderá ocorrer nestes casos que é o seguinte: “Não falte muito ao serviço para que seu patrão não o dispense por perceber que você não faz falta”.





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