segunda-feira, 29 de agosto de 2016

DOCE E AMARGO

Doce e amargo será o dia
Tendo dia que é mais doce
Fosse assim com alegria
Todo dia se assim fosse

Mas o amargo prevalece
Nestes dias de amargor
O que era doce fenece
E o dia perde o sabor

Então se escolher pudesse
Entre o sabor que quisesse
Por certo eu escolheria
Por água neste limão
Açúcar no coração
Você no meu dia a dia




sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ONDE QUERO ESTAR

Que diabo está acontecendo com o meu Brasil? Estou vendo pessoas saindo do País por insegurança no trabalho, porque definitivamente está faltando trabalho e, por pura insegurança sim, pois não temos Segurança Pública. Nenhuma! Estar na rua é uma roleta russa, serei ou não assaltado? Quem sabe, morto? É assim que está! Hoje, a pessoa que tem sorte é a que não foi assaltada. Bom notar que não existe local específico, o ladrão está se movimentando com agilidade e atualizando seus procedimentos. Diferentemente da nossa polícia que anda com seus armamentos desatualizados, com salários defasados, com número insuficiente de pessoal para poder dar conta da crescente onda de meliantes. O bandido importa (Contrabando) armamento de primeiro mundo enquanto a polícia trabalha com equipamentos de potência bastante inferior.

Assim não dá!

Quando os policiais conseguem tomar estas armas, nossas leis dizem que elas devem ser destruídas. Nunca vou entender a lógica desta atitude. Deve ser o parlamentar bandido, solidário, defendendo o bandido. Só pode! Parece que alguém teve um momento de lucidez e esta lei absurda está revertendo em benefício da polícia.

Tem também o lado da justiça que solta o bandido preso. Policial prende e a justiça solta. Cansamos de ver isto. De fato, estamos cansados disto!

Estamos dentro de um furacão destrutivo que vai arrebentando as bases de tudo que já havíamos conseguido. Estamos vendo de forma assustadora a corrupção, no meio deste furacão medonho, germinando como praga por todas as atividades de governo. A cada nova denúncia que aparece percebemos que não sabemos nada sobre o nível pós-graduado em corrupção que é o que temos hoje no Brasil. Políticos com PhD em safadeza.

Definitivamente, quem pode está deixando este País: Pátria amada Brasil!

A bem da verdade, eu não quero mudar de País, é como disse alguém: “Quero o meu Brasil de volta”.

Só isto!


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

A CONVERSA QUE RESOLVE

A palavra é a forma de expressão mais adequada para a maioria dos casos de comunicação, estamos traduzindo os nossos pensamentos de forma a sermos entendidos. Conversar é isto, usar a palavra! Para saudações, dirimir situações, explicar fatos, demonstrar verdades, falar de amor não importa, a palavra permite o contato adequado em todas estas situações e outras tantas. O uso correto depende em grande parte de nossa vontade sim, porque a palavra indevida na hora errada é o punhal que fere e machuca. Pode causar a ferida que não cicatrizará. Assim é a palavra, pode: agradar, abençoar, ensinar, elogiar, enaltecer, bendizer; pode também agredir, ferir, amaldiçoar, corromper e matar.

- Então?

- Então o quê!

Existem momentos em que palavra alguma resolverá uma situação embaraçosa, de tristeza ou de dor. Neste instante entra em cena outra forma de comunicação: a linguagem corporal. É verdade, um gesto tem o poder de um discurso, tem a força amorosa necessária e é profundamente emblemático. Faremos então a conexão necessária para resolvermos sem palavras uma situação onde falar não tem mais espaço, não resolve e, pior, quando não existem palavras adequadas. A expressão corporal, gestual, o movimento dos olhos são elementos que complementam uma comunicação de forma maravilhosa para alterar um cenário catastrófico.

Descobrir este instrumento de interação e usá-lo faz parte das boas pessoas.

Um aperto de mão, um abraço, um beijo na hora certa contêm mais palavras que um discurso.

São autoexplicativos.

São curativos.

São esclarecedores.

Vou mais além, são ferramentas amorosas.

Use!


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PALAVRAS


Estou em busca de palavras para escrever este texto e nada. Pesquisando vejo que o dicionário Houaiss traz 228.000 verbetes e 380 mil palavras no geral e, o Aurélio, 435.000 verbetes e em torno de 500 mil palavras. Fico matutando a respeito e vejo que deve ser incompetência de minha parte. É só abrir o dicionário e pinçar palavras, não é?

Sobram palavras!

A dificuldade está em juntar estas palavras de forma coerente para que fique compreensível. Fundamental, tenho que pensar em um assunto para iniciar o meu trabalho e começar a capturar palavras nas suas classes gramaticais como: substantivo, artigo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção e interjeição. É uma verdadeira caçada! Além disto, repito, colocar cada uma no seu devido lugar.

As convenções da escrita estão inseridas no que conhecemos como ortografia. Foi convencionada entre países da língua portuguesa a forma de grafar as palavras (escrever).

Nós temos 26 letras para confeccionar palavras. Todo dia aparecem novas palavras em função das atividades comerciais, profissionais ou técnicas que acabam sendo usadas na conversa diária e, quando vemos, temos um novo neologismo. Sim, aquela palavra nova. A computação trouxe uma quantidade enorme de exemplos nesta situação. Vejamos um:

*Link - substantivo masculino - elemento de hipermídia formado por um trecho de texto em destaque ou por um elemento gráfico que, ao ser acionado (geralmente mediante um clique de mouse), provoca a exibição de novo hiperdocumento. Hoje é comum ouvirmos uma frase como:

- Vamos lincar a loja da Andressa na mídia de hoje.

Lincar, sem “K”. Estou atualizado! Aí está o neologismo.

A palavra não tem dono assim sendo vou usando e conferindo seu peso e coloração.

Não tenho como reclamar, está tudo disponível para mim.

É só escrever!



*Link - Encontrei a informação de link em: http://nogueiramileni.blogspot.com.br/2014/12/substantivo-masculino-inf-de-hipermidia.html

sábado, 20 de agosto de 2016

ORGULHO DE SER BRASILEIRO

A apresentação da abertura das olimpíadas deixou-me com esta sensação: “Orgulho de ser brasileiro”. Foi uma demonstração de capacidade e organização; de genialidade com simplicidade. Mostramos ao mundo a nossa criatividade com lições sobre a vida e a preocupação com a situação mundial. Mostramos as nossas origens e a origem do mundo de uma forma sensacional.

Se eu fosse citar os personagens nacionais que não foram homenageados neste momento tão importante para os esportes: a olimpíada, poderia elencar um sem número de nomes, mas não é o que é preciso neste instante. Os que foram lembrados representam, de forma quase unânime, o sentimento da maioria do povo brasileiro. Pelé, que seria sentido por todos foi convidado, mas devido a problemas de saúde não conseguiu participar.

Fundamental, neste evento grandioso, é a participação de mais de 200 países, trazendo o melhor do seu melhor para buscar um destaque e apresentar uma superação de força e determinação. Essencial é à base de como tudo isto é possível: o esporte.

Acredito que o Brasil está, aos poucos, evoluindo nas diversas categorias esportivas que preenchem os esportes olímpicos. Temos melhorado. Falta apoio, falta ajuda, faltam equipamentos, mas não falta o espírito esportivo e a garra de muitos dos nossos atletas que, por conta própria buscam atingir um estágio mais alto no ranking. Com medalhas ou sem, nos dão mostras de como é importante participar.

Por isto também sinto um imenso orgulho e, quantas vezes nestes momentos de vitória não sentimos um nó na garganta devido à emoção de ver um (a) brasileiro (a) galgando o podium e ostentando sua medalha com orgulho ao som do nosso hino nacional.

Neste instante vou deixar de lado o investimento de bilhões de reais para que este espetáculo acontecesse em detrimento de escolas, hospitais e outras necessidades mais urgentes do povo brasileiro. Vou deixar de lado a corrupção que aconteceu nos bastidores para os acertos nos orçamentos superfaturados. De lado deixarei a minha raiva por estas razões acima e fico apenas na alegria contagiante deste orgulho momentâneo.

Apenas isto!